domingo, novembro 19, 2006
sábado, novembro 04, 2006
segunda-feira, outubro 30, 2006
quarta-feira, julho 12, 2006
Lição Nº 2 - Sistemas Musicais
TONALISMO
Interdependência em que se encontram os diferentes graus da escala relativamente a uma tônica que é o centro de todos os movimentos melódicos. A tonalidade define-se pela hierarquia dos graus tonais: 1º, 4º e 5º graus.
MODALISMO
É a maneira como se dispõem os intervalos de tom e meio-tom e que definem o que se chama modo.
POLITONALISMO
É um fenómeno harmónico que consiste na sobreposição de melodias ou acordes pertencentes a tonalidades diferentes. Este sistema foi utilizado por Ravel e Strawinsky.
É um fenómeno que consiste na sobreposição de melodias pertencentes a modos diferentes. É o sistema utilizado nas Escalas-Mistas.
ATONALISMO
Sistema harmônico que foge ao princípio fundamental da tonalidade central. Os intervalos fundamentais na música atonal são a 4ª aumentada e o meio-tom cromático.
DODECAFONISMO
É o emprego contínuo do cromatismo, alterando o sentido tonal. neste sistema, empregam-se livremente os 12 sons da escala temperada.
SERIALISMO
É um sistema mais alargado que a dodecafonia. Utilizam-se as “séries” que são grupos de 4 ou 5 sons. “Método de compor com 12 sons que só entre si são aparentados”.
(fonte: http://www.cl-ultramarino-n-sra-paz.rcts.pt/material/edmusical/historia01.htm)
domingo, junho 04, 2006
Lição Nº 1 - Dodecafonismo
Inaugurado pelo compositor austríaco Arnold Schoenberg (1874-1951) e seus dois principais alunos: Anton Webern (1883-1945) e Alban Berg (1885-1935).No início do século 20, os compositores eruditos buscavam alternativas para substituir o sistema tonal, que marcara a história da música desde inícios do século 17. Depois do período romântico, a música erudita estava num “beco sem saída”, e os compositores buscavam outros caminhos. Por exemplo, o impressionismo musical (Claude Debussy), o politonalismo (Darius Milhaud), as tendências nacionalistas (Béla Bartok, Villa-Lobos) e, sobretudo, o atonalismo, praticado por Arnold Schoenberg no início de sua obra.
No início da década de 20, Schoenberg teve a grande idéia de inventar um sistema para compor música atonal: o dodecafonismo.
A música de Webern constitui a expressão mais radical da estética dodecafônica. Ao invés de melodias, suas obras são verdadeiras composições de timbres: ou seja, cada som é valorizado na sua individualidade. As músicas de Webern, extremamente curtas, se ouvem como cristais sonoros.
O dodecafonismo é um estilo de se compor, englobado na Música clássica e criado na década de 1920 por Schoenberg. Ele foi o expoente da atonalidade no modernismo musical. Ainda que vários outros compositores experimentassem abandonar o esquema arraigado da tonalidade jamais o abandonaram completamente, fosse pela bitonalidade ou pela politonalidade. Igor Stravinsky é exemplo dessas últimas. Schoenberg, porém, logo considerou a linguagem atonal, ou seja, a não estruturação da composição sobre um eixo harmônico central, demasiadamente sem regras. Construiu então um método para organizar os doze tons da escala cromática igualmente. Essa técnica foi apresentada como "sistema dos 12 tons" que logo ficou conhecida como dodecafonismo serial. No dodecafonismo não se escuta um tom duas vezes antes de ouvir os outros onze. Através de séries preestabelecidas de 12 sons diferentes e independentes entre si é que eram feitas as composições. O método nasceu em 1923 e perdurou até 1960 quando alguns dos próprios discípulos de Schoenberg consideraram-no morto.
Apesar das tentativas dos críticos de tentarem colocar as massas contra os artistas modernistas, eles ainda assim continuaram seus trabalho num esforço descomunal de romper com o tradicionalismo estético vigorado nos séculos anteriores. Tal esforço lhes rendeu fama, de uma certa forma, tais críticos ajudaram a difundir a arte modernista.
Na forma de arte dodecafonista, Arnold Schoenberg conseguiu causar o definitivo rompimento com a cultura e o padrão clássico, apesar de vermos em Wagner o cromatismo, somente podemos dizer que schoenberg foi ousado ou criativo o bastante para romper definitivamente com a estética tonal, e/ou clássica.
De uma certa forma , os críticos conseguiram levar a população em geral a rejeitarem tais obras ditas “modernas”. Até hoje se têm receios a tais obras, muitos preferem a estética clássica ou estética tonal, mas não entendem o principal objetivo de tais músicas. Elas não têm o objetivo de ser uma música dita “agradável aos ouvidos” e sim de mostrar a intenção do compositor, que pode de variar desde dar enfoque aos timbres até enfoque na “ausência de som”. Por isso temos que considerar uma música composta somente de pausas sem notas musicais também música.
(Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Dodecafonismo_serial)
sábado, abril 29, 2006
segunda-feira, abril 17, 2006
A Noite da Hysterica - O mascarado ébrio

O mascarado ébrio desceu na contra mão num zig-zag incerto.
Queria ver a outra.
Ébria super passiva à espera de um domínio.
Mas bem naquele dia Ela sorriu pra ele com asas semi-abertas.
Num volátil facínio mirou nos olhos Dela.
Logo o sugou bem fácil.
Ele palideceu.
Mais ébrio do que nunca agora ele era Dela.
O mascarado ébrio beijou-a sem saber da sua morte certa.
E beijou sem saber de sua morte certa.
E beijou sem saber que ele era Dela.
E beijou sem saber logo palideceu.
Ela mirou bem fácil com asas bem voláteis.
Ele super passivo num zig-zag incerto.
Desceu até o inferno.
domingo, abril 16, 2006
Rosa negra
sexta-feira, abril 14, 2006
O vôo

quarta-feira, abril 12, 2006
Dr. Hoffman
Quer dizer... os caras eram bons...tudo bem...mas vc pega lah um "the soft machine"...ou um "gentle giants"...(((nossa))),,foram longe!........ou entao aqueles momentos do king crimson,,,,,,a musica moonchild... naqueles ultimos minutos..........................acidez não??

A cena que segue eh uma animação...o senhor Hoffman, que sintetizou o LSD, faz uma terapia alternativa com um possivel frequentador da Nova Aurora Rendezvouz,,,((huahua))...
play para o flasback!!!
Psicodelismo...heim dona hysterica?
terça-feira, abril 04, 2006
Mundo de sombras
Quando seu avô muito louco disser que andou conversando com algo que surgiu na sua frente e depois sumiu...vai sair dando de ombros...pq afinal....louco eh louco...e louco sabe como eh...Mas já pensou que ele pode muito bem ter sido testemunha de um objeto de quatro dimensões fazendo sombra pelo assoalho e pelas paredes do quarto mofado?? entre no site...e comece do item I. A teoria eh mais ou menos simples...pouco longa..... Pegue um objeto 3D... um cubo de guitarra...uma baqueta,,,....se observar sua sombra verá uma representação 2d (sem a dimensão altura).... se seu mundo fosse 2d veria sombras em 1d....se pudesse perceber em 4d...adivinha em quantos ds veria a sombra?...huauhauhahua... que tal 3?..mas de "D"...agente já tem um!!
ok sem mais confusões::
http://www.silvestre.eng.br/astronomia/artigos/bigbang/


















